sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Projetos para 2013

A água nas suas várias dimensões e aspectos: 
educativos, culturais, religiosos, éticos, sociais, políticos, jurídicos, econômicos, etc., 
possui abordagem transdisciplinar e holística. 

Tal proposta para 2013 nos desafia a desenvolver projetos dos mais diversos nos cuidados com a água.

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Drogas e o impacto socioambiental

Vários são os danos causados pelas drogas no meio ambiente natural e social, desde sua produção, extração, envolvimento, ingestão...
O vídeo abaixo é um resumo de seus efeitos nocivos reunidos num ambiente micro - a cracolândia, apresentando sua realidade em um tempo mínimo -  meses, por um jovem médico - 26 anos, mas que mostra a máxima das problemáticas de nossa sociedade em termos ambientais, sociais, de saúde e segurança pública, da falta de vontade política para solução.

Fonte: Blog Cracolândia dia-a-dia
Visite e acompanhe esta história de dedicação.

Este jovem médico não está mais entre nós, mas esta postagem busca contribuir para que sua coragem e determinação esteja sempre presente sensibilizando e movimentando positivamente nossas responsabilidades de cuidado. 

domingo, 14 de outubro de 2012

Dia do Professor e Educador Ambiental

Lei de 15 de outubro de 1827 manda criar escolas de primeiras letras em todas as cidades, vilas e lugares mais populosos do Império no Brasil.
Em 1968, a UNESCO – Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, através de um estudo interdisciplinar da relação entre o meio ambiente e a escola, entendeu que a educação ambiental não deve estar limitada a uma disciplina específica do currículo escolar. A partir daí, em 1999 surge a Política Nacional de Educação Ambiental (Lei n.º 9.795/99).


A Ecopedagogia como a pedagogia para o cuidado com a vida necessita das várias áreas do conhecimento abordando o respeito com a sua diversidade. Tais profissionais  trabalhando os vários temas,  interdisciplinarmente e transversalmente, contribuem significativamente com a educação para a sustentabilidade.


- Imagem da turma de Pedagogia UNISINOS/RS 1994 -

É a partir da família que introduz sua criança na educação infantil e no ensino fundamental que as gerações atuais são iniciadas nos conhecimentos, habilidades e atitudes que dão o norte para o seguimento da vida, das ações no cotidiano, das escolhas das profissões, da continuidade da educação...

Porém, conforme o professor Arno Bayer da ULBRA/Canoas RS, desde o início dos anos 1980,vem sendo crescente a falta de interesse dos jovens em optar pela docência. “Em função disso, os educadores estão envelhecendo e o cenário é assustador”, alerta o professor.
 Colocar e manter crianças e adolescentes na escola tem sido um grande desafio que envolve toda a sociedade e depende de sua vontade política em reverter o quado assustador já tão debatido.
A questão é:
não havendo estrutura e professores suficientes para educar a atual geração; não havendo nesta geração interesse em ser futuro e qualificado profissional da educação,
o que será da sociedade do futuro?

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Ser Sustentável

No Jornal Diário de Canoas/RS de 19/09/12 teve encartado mais um Suplemento Especial SER SUSTENTÁVEL que deu destaque à Ecopedagogia e ás ações ecopedagógicas nas comunidades para a sustentabilidade.
 
Para ter acesso aos textos é só clicar nas imagens.



quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Cooperação nas dimensões da vida, pela vida.

Esta é uma história de quatro sujeitos e uma equipe:
TODO MUNDO, ALGUÉM, QUALQUER UM e NINGUÉM.

Havia um trabalho importante a ser feito e TODO MUNDO tinha certeza de que ALGUÉM o faria.

QUALQUER UM poderia tê-lo feito, mas NINGUÉM o fêz.

ALGUÉM zangou-se porque era um trabalho de TODO MUNDO.

TODO MUNDO pensou que QUALQUER UM poderia fazê-lo, mas NINGUÉM imaginou que TODO MUNDO deixasse de fazê-lo.

Ao final, TODO MUNDO culpou ALGUÉM quando NINGUÉM fez o que QUALQUER UM poderia ter feito.

Qual o resultado disto?


NINGUÉM sai ganhando o que TODO MUNDO poderia ganhar, juntos!
Para isto, QUALQUER UM, necessariamente,  precisa ajudar ALGUÉM.
- COOPERAR OU PERECER -

A Ecopedagogia busca pela Cidadania Planetária (pertencimento, responsabilidade e sustentabilidade), através da interdisciplinaridade, pela prática do respeito, da cooperação, da corresponsabilidade, do cuidado...
O pertencimento requer aprendizado constante, reconhecimento, diálogo, empatia e aceitação da diversidade, superando preconceitos, distorções de valores e tratamento egoista sobre o bem comum.
Fazemos parte da natureza, da sociedade, deste planeta, isto sugere que temos direitos, mas, principalmente deveres com o todo.  Um pequeno  fracasso emite ondas que vão desencadeando resultados e atingindo todo um sistema. Temos vários exemplos: nas empresas, na sociedade, na família, na economia,...
TODO MUNDO tem a haver com isso porque este é nosso mundo.
A sustentabilidade requer ação solidária, cuidados para manutenção da vida: da natureza, da humanidade, das empresas, da economia...


terça-feira, 18 de setembro de 2012

Meio Ambiente e Economia




No processo de mudança sempre encontramos resistência, paradigmas que precisam ser quebrados.Quando buscamos atingir mudanças de comportamento nas pessoas, há sempre aquele que discorda dos objetivos a serem alcançados.

Um dia observei uma quantidade de gelo jogado sobre a pia da cozinha, percebi que alguém retirou a bandeja de gelo do congelador para pegar apenas uma pedra de gelo para tomar refrigerante, e jogou o restante sobre a pia, é evidente que ocorreu um desperdício de energia...Nesta mesma linha já vi panela ainda quente sendo colocada dentro da geladeira.

Conceitos de desperdícios e meio ambiente estão sempre de mãos dadas.Lembro das dicas de consumo de água da sabesp sobre lavar carro e quintal com mangueiras e das fornecedoras de energia elétrica sobre demora no banho em chuveiros quentes etc...Não sei por que ainda temos uma sociedade muito resistente na mudança de comportamento, seja ela na separação do lixo orgânico e material reciclado, óleo de fritura,etc...Parece que a simples mudança de comportamento dá um trabalho danado, sendo que é muito mais fácil jogar o óleo no ralo.

Se dentro de casa as pessoas pensam assim, imagino quando estão inseridas nas empresas que lidam com tantos agentes agressivos ao meio ambiente, como produtos químicos, graxas, óleos, materiais contaminados etc... Meio ambiente e economia caminham juntos, e os conceitos de Produção Limpa, Logística Reversa, Insumos, Certificação Ambiental, Atendimento a Legislação, Aspectos e Impactos Ambientais, são fatores podem gerar multas altíssimas as instituições.Educação Ambiental deve começar em casa, e as empresas devem manter somente pessoas com estes conceitos intrínsecos na sua rotina.

Ecoharmonia



sábado, 15 de setembro de 2012

Educação Socioambiental

A Ecopedagogia surge com a proposta de educação, que se torna urgente em todas as áreas, integrada ao ecológico e ao social, construindo uma cultura voltada para o cuidado com o meio.
A preocupação com o ambiente surgiu em decorrência da crescente deterioração da natureza e do seu uso imprudente e sem medidas.
Porém, MEIO, também, envolve a forma como o indivíduo e a sociedade estabelecem, através dos valores e das relações, seu ambiente. 

O ambiente social está claramente sob vários riscos.


Sua dinâmica, com o avanço científico e tecnológico, acelerou os fatos que afetam os vários meios. O processo de degradação do ambiente é proporcional ao crescimento quantitativo e qualitativo da humanidade.
Já a modificação do meio veio ao encontro da adequação ás necessidades do ser humano - de uma parcela da população, chegando num ponto em que as agressões se espalharam na natureza, em todas as suas espécies e formas.

É recente a compreensão da sociedade sobre a direta relação de proteção ao meio com a própria sobrevivência, surgindo daí o termo desenvolvimento sustentável, que não se refere somente ao crescimento econômico, mas a todo e qualquer crescimento cujo processo seja sadio.
 Está se questionando (criticamente e a tempo?) as relações capitalista, consumista, descartável, presentes nas comunidades, que atingem o meio como um todo, não somente o natural.

A ecopedagogia propõe uma educação que inaugure um novo paradigma de crescimento e progresso, cujo conhecimento, alicerçado no respeito, no cuidado, na preservação e prevenção, observe a realidade na sua complexidade, provoque ação ético-política de enfrentamento às problemáticas socioambientais que destroem o bem viver, e reorganize o meio.

Imagens da internet.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

O Programa de Gestão Ambiental do Ministério Público Federal

A comprovação de que a degradação ambiental vem aumentando rapidamente tem mobilizado toda a sociedade a fazer alterações no seu relacionamento com o meio ambiente e no uso dos recursos naturais. No caso específico das instituições públicas, percebe-se um excessivo consumo de recursos naturais no desempenho de suas atividades, o que exige que sejam estabelecidos novos referenciais de produção e consumo. Por isso, o governo federal possui um papel estratégico nessa situação, e tem começado a tomar a iniciativa de ajustar suas ações aos princípios da sustentabilidade sócio-ambiental, tornando-se um exemplo a ser seguido por outras instituições e também estimulando a criação de mudanças no mercado que produz os materiais de seu consumo.
Pensando nisso é que foi criado pelo Ministério do Meio Ambiente o Programa Agenda Ambiental na Administração Pública – A³P, com o objetivo de fomentar a prática da gestão ambiental na Administração Pública.

No dia 12 de dezembro de 2007, o Procurador-Geral da República, Antonio Fernando Barros e Silva de Souza, assinou a portaria que institui o Programa de Gestão Ambiental (PGA)...
A sociedade não pode deixar para amanhã a preocupação com a questão ambiental. Precisa fazer algo com urgência. Devemos ter em foco o que afirma o artigo 225 da Constituição Federal: "todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações." O MPF já possui o reconhecimento público pelas ações em defesa do meio ambiente, que vem realizando com dedicação e zelo. Agora também buscará ser reconhecido pelo trabalho em prol da implantação da Gestão Ambiental na PGR e em outras unidades do MPF, esforçando-se para ser um exemplo de qualidade a ser seguido por instituições públicas ou privadas.

  • Porque é essencial que o Ministério Publico Federal promova internamente ações pertinentes ao compromisso institucional de defesa do meio ambiente, contribuindo para desenvolver valores e atitudes coerentes com os preceitos de sustentabilidade socioambiental. O PGA expressa o cuidado do MPF em ser um exemplo para a transformação da sociedade.
  • O objetivo do PGA é planejar, implementar, desenvolver e aperfeiçoar a gestão ambiental na PGR, apoiada em ações transversais de sustentabilidade social, educacional e jurídica.
  • O PGA é coordenado pela SEAMB (Seção de Gestão de Meio Ambiente), ligada à Secretaria de Administração do MPF.
... No entanto, essa proposta de mudança de cultura organizacional precisa ser assumida por cada instituição que se compromete em implementar as propostas sugeridas pela A3P, adequando-as à realidade vivenciada pela instituição. O princípio do PENSAR GLOGAL, AGIR LOCAL é fundamental para que a gestão ambiental seja bem sucedida... A responsabilidade pelo PGA é de todos nós. Cada seção da PGR pode contribuir fazendo a sua parte: apresentanto sugestões e propostas, executando projetos, ou simplesmente cumprindo seu papel de seguir os princípios e critérios ambientais

sábado, 11 de agosto de 2012

Sagrada família...


É preciso cuidar a maneira como estamos povoando o mundo com filhos.
             A responsabilidade social e qualidade de vida advém dos atos praticados pelos adultos.

É inegável a importância das funções paterna e materna no desenvolvimento do psiquismo da criança. Na atual sociedade, caracterizada pela inconstância nas relações e sentimentos, tais papéis estão, cada vez mais, indefinidos, não presentes, sem formato, causando grandes turbulências emocionais, que alimentadas pelas variadas demandas, excessos e faltas, provocam mais angustias e conflitos.

A configuração do cuidar que está presente nestas funções requer uma responsabilidade anterior ao casal que copula – o prazer do amor dura um só instante, a dor do amor (e da falta de amor) dura uma vida inteira.

Assim, homens e mulheres precisam pensar na responsabilidade do ato de ser pai e mãe, é preciso ser presença na vida dos filhos, para que, além da referência na condução do caminho de vida, o sentimento de rejeição não se estabeleça. Mais tarde as crianças serão o que aprenderam a ser, em família.


A adoção, criar um filho como se fosse biológico, com o advento do ECA - Estatuto da Criança e do Adolescente, busca resguardar o direito e o interesse da criança e do adolescente dando-lhe uma família, assegurando-lhe cuidados na saúde, educação, atenção e afeto.

Dados apontam para as consequências da ausência:
...todo segundo domingo de agosto, Dia dos Pais, cerca de 30% dos brasileiros não têm a quem dar presente porque desconhecem o seu pai. Estima-se que a cada ano o número de crianças que nascem de pai desconhecido seja de 700 mil.
... mãe “forte e guerreira”, como tantas outras que assumem sozinhas a criação dos filhos. Mas ainda assim o pai sempre faz falta. Tanto que 80% dos jovens infratores são só “filhos só da mãe”.
...a ausência do pai, ainda que seja por omissão, por desinteresse pela vida do filho, é uma das principais causas que levam os jovens às drogas.
“Essas pessoas se negam a amadurecer.”
http://www.paulopes.com.br/2009/07/cerca-de-700-mil-criancas-sem-pai.html#ixzz23EmkbYQl

À margem das estatísticas oficiais, milhares de brasileiros realizam abortos verbais diariamente. Ao renegar com palavras a paternidade e o cuidado de seus descendentes, ajudam a formar uma geração de filhos da mãe — mais exposta à violência e ao crime pela desestruturação familiar.
http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/geral/noticia/2012/06/milhoes-de-filhos-brasileiros-nao-sao-reconhecidos-pelos-pais-3807235.html

...“vitimização social”, algo característico das sociedades americanas e que vem influenciando outros países. Ninguém se julga culpado ou responsável por nada. Tudo são os outros.
AS CRIANÇAS SEM FAMÍLIA? A VIOLÊNCIA E A PARENTALIDADE
http://www.abmp.org.br/textos/27.htm

É preciso urgentemente que a sociedade assuma a responsabilidade e o compromisso sobre a infância, pois é através do percurso da criança, e de sua relação na história da família, que os efeitos se apresentam sobre a própria família e na sociedade.

Alguns programas:

- Colocar no mundo apenas brasileiros que sejam desejados e amados por seus pais. Esta é a realidade que a Brasil Sem Grades quer para o Brasil. Com a evolução dos métodos contraceptivos, hoje, o casal pode pensar, planejar e decidir o melhor momento de ter filhos. E para isso, é função do Estado propiciar recursos educacionais e científicos para que homens e mulheres exerçam esse direito. A ONG Brasil sem grades desenvolve o Projeto Pai? Presente! – cuja trajetória é contada no livro Os Filhos da Mãe lançado pelo Presidente da ONG Luiz Fernando Oderich.
http://www.brasilsemgrades.org.br/ws/

- Dados do Censo Escolar apontam a existência de até 5 milhões de crianças sem o registro paterno no Censo Escolar. Criado em agosto de 2010, o Programa Pai Presente já possibilitou a inclusão do nome do pai na certidão de nascimento de mais de 14,5 mil pessoas.
http://www.cnj.jus.br/programas-de-a-a-z/infancia-e-juventude/pai-presente

- SUAS - Sistema público que organiza os serviços socioassistenciais no Brasil, a partir de um modelo de gestão participativa e descentralizada. Articula os esforços e recursos das três esferas de governo para a execução e o financiamento da Política Nacional de Assistência Social (PNAS) no fortalecimento de vínculos. Apresenta o PNCFC - Plano Nacional de Promoção, Proteção e Defesa do Direito de Crianças e Adolescentes à Convivência Familiar e Comunitária, um marco nas políticas públicas no Brasil, que rompe com a cultura da institucionalização de crianças e adolescentes e fortalece o paradigma da proteção integral e da preservação dos vínculos familiares e comunitários preconizados pelo Estatuto da Criança e do Adolescente.
http://www.mds.gov.br/assistenciasocial/secretaria-nacional-de-assistencia-social-snas/livros/plano-nacional-de-convivencia-familiar-e-comunitaria-2013-pncfc

terça-feira, 17 de julho de 2012

Trabalho Premiado

Lucía, aluna Bolsista CNPq da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, apresentou na Reunião Brasileira de Antropologia, em São Paulo, no início de julho/12 , o poster abaixo, sobre cartilhas ecológicas, um trabalho ecopedagógico realizado pela FAUERS - Federação Afroumbandista e Espiritualista do Rio Grande do Sul.
Concorreu na categoria Prêmio Lévi-Strauss - modalidade pôster,
e ganhou o 2º lugar.
O material e a notícia foram enviados por e-mail na segunda-feira - 16/07/12:

"Obrigada por terem me aberto as portas da FAUERS, pela disponibilidade, e também por confiar na gente. As cartilhas pela natureza tão viajando o Brasil pela academia."
Lucia Copelotti Guedes.

PARABÉNS !!!!!!
Lucía e Prof. Dr. Carlos Alberto Stell
PARABÉNS!!!!
à FAUERS e à sua comunidade.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Sustentabilidade sob a ótica Espírita

O Programa Encontro Fraterno - Federação Espírita de Goiás - entrevista o jornalista André Trigueiro ( estudioso da sustentabilidade e espírita a 23 anos) que fala sobre Ecologia e Espiritismo
Ecologia e Paz na perspectiva Espírita
Lei da Conservação de Kardek, um tratado de sustentabilidade
O mundo de regeração, a partir de nós, espíritos encarnados, no cuidado com o mundo material
Vida, missão, caráter requer combate ao ecocídio 
Mudança cultural está em curso, mas virá a tempo? Queremos consumir menos? Queremos fazer diferente?
Xico Xavier - 1970 - o mundo de regeneração está a caminho. A transição demanda cuidado para preparar-se para a mudança vibratória, requer trabalho.
Consumista = predador - uma encarnação na contramão do equílibrio e da harmonia - o desperdício é anti-ético, não é preciso voto de pobreza, mas é necessário o voto de preservação.
Consumismo é armadilha espiritual, reforça o apego a matéria sem necessidade.

Assista a entrevista aqui:  http://vimeo.com/45128363

Livro lançado em 2009 - Relação dos capítulos:
•O Espiritismo em frases de efeito
•Sinais de alerta
•Espiritismo e Ecologia
•No fervilhar do século XIX
•Kardec e Haeckel
•A ciência espírita
•A ciência ecológica
•Construindo pontes de afinidade
•O planeta está dentro de nós
•Em busca da sustentabilidade
•Senso de urgência
•Lei de Destruição
•Poluição e Psicosfera
•Consumo consciente
•Mídia, Criança e futuro
•O consumo segundo o Espiritismo
•Sustentabilidade como valor espiritual
•Um planeta vivo?
•Uma nova chance para o amor universal
•Enquanto isso, nos centros espíritas
•Um pequeno dicionário ambiental

sábado, 30 de junho de 2012

Cuidados na Modernidade Líquida ou Pós-Modernidade


Autor: ZYGMUNT BAUMAN

Tradução:  PLINIO DENTZIEN
Editora: ZAHAR
1ª Edição - 2001
260 páginas
"A modernidade imediata é "leve", "líquida", "fluida" e infinitamente mais dinâmica que a modernidade "sólida" que suplantou. A passagem de uma a outra acarretou profundas mudanças em todos os aspectos da vida humana,..."

O sociólogo Zygmunt Bauman, polonês radicado na Inglaterra, aos 84 anos, escreveu mais de 50 livros. Neste livro em especial, através do conceito Modernidade Líquida, utiliza-se da metáfora da liquidez para argumentar sobre o derretimento da solidez das instituições e valores,  chegando-se a este momento histórico da humanidade, substituindo a moderninade sólida. O termo é devido ao fato de que os líquidos não possuem um  formato, pois se moldam conforme a forma a que estão sujeitos, mudando em seu estado, podendo ser sólido, mas também gasoso.   As características do líquido que são:   fluir, escorrer, penetrar, transbordar, vazar, derreter, sujeito a enxurradas, ao esvaziamento, de formato temporário e em constante mudança, segundo a teoria do autor, estão presentes no dia-a-dia da sociedade: tudo mudando  muito rapidamente; troca do pesado/denso pelo leve/correndo solto, busca de liberdade; troca do sólido e da durabilidade pela provisoriedade e praticidade, levando à industria do descartável.
No entanto este despreendimento e não compromisso com a permanência para ter facilidades e prazer tem resultados, por sua vez, com consequências como: nada é feito para durar,  relação mercantil, múltiplas escolhas, desapego, instabilidade, incertezas, inseguranças, o desengajamento e a fuga, despreocupação e alegria,... afetando diretamente as relações humanas...
Este enfoque leva a outro livro do autor -  Amor líquido, mostranto a influência da teoria da modernidade líquida nos relacionamentos...
"...a misteriosa fragilidade dos vínculos humanos, o sentimento de insegurança que ela inspira e os desejos conflitantes (estimulados por tal sentimento) de apertar os laços e ao mesmo tempo mantê–los frouxos, é o que este livro busca esclarecer, registrar e apreender..." (BAUMAN, 2004, p. 8).

Vídeos:
http://youtu.be/OcPD1pLdkoQ
http://youtu.be/OcPD1pLdkoQhttp://www.youtube.com/watch?v=dxNlTHw439Y&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=XxDzkW809uo&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=1miAVUQhdwM&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=58MMs5j3TjA&feature=related

 Para ver algumas considerações sobre o termo:
http://www.infojur.ufsc.br/aires/arquivos/resumoBauman.pdf

Resenhas do livro:
http://www.ambito-juridico.com.br/site/index.php?n_link=revista_artigos_leitura&artigo_id=9917
http://www.acoalfaplp.net/0003acoalfaplp/0003acoalfaplp_textos/4bresenhas/12res_modernidade_liquida.pdf
http://souzaesilva.com/Website/portfolio/webdesign/siteciberidea/paulovaz/textos/bauman.pdf
http://entrenospelarede.blogspot.com.br/2007/10/resumo-referente-ao-prefcio-do-livro.html
http://www.revistasusp.sibi.usp.br/scielo.php?pid=S1980-76862008000100013&script=sci_arttext

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Integração Ecológica


 Na semana do Meio Ambiente 2012:

(clic na imagem para visualizar)

Recebemos um mundo com tamanhas riquezas que o grande desafio é saber usufruir os bens comuns, sem destruir.
Nesta sociedade, cujo conceito de riqueza é sinônimo de capital, a natureza, fonte de muito valor, está cada vez mais sendo delapidada (destruida, dissipada, dizimada, arruinada, roubada...).
Aí está a raiz da degradação dos ecossistemas e da perda de biodiversidade.
As religiões, pela sua importância cultural devem exercer influência positiva nas atitudes de seus seguidores e simpatizantes para que adotem posturas de paz e de cuidado socioambiental.
Tais lideranças, juntamente com outras mais, são educadores a orientar na condita sobre questões do cotidiano e no ambiente, como o respeito e a preservação da vida.
 "Devemos ser a mudança que queremos ver no mundo."

Gandhi

 Venha participar conosco!

2ª FEIRA – 04/06/12

19h30m - Mesa Redonda – Religiosidade e cuidado com a Natureza
Moderadora – Professora Maria Inês Pacheco
1. Irmão Antonio Cechin – Igreja Católica/Pastoral da Ecologia
2. Preletor Otaviano Brum - Seicho-no-ie do Brasil
3. Ministro Emerson Moure Etur – Igreja Messiânica Mundial do Brasil
4. Presidente Everton Alfonsin – FAUERS
5. Profa. Dra. Isabel Cristina de Moura Carvalho - Programa de Pós-Graduação em Educação PUC/RS/ Educação Ambiental como Educação Moral do Século XXI

3ª FEIRA – 05/06/12
19h30 -Seção Documentário: “Água - Ouro Azul” (1h30m)
sobre a escassez de água no mundo. O documentário demonstrará como o planeta se aproxima “rápida e perigosamente” de uma crise mundial por este bem essencial à vida.
Inspirado no livro “Ouro Azul”, de Barlow e Clarke, o filme venceu seis Festivais Internacionais em 2009, tendo sido premiado com o galardão de Melhor Documentário no Vancouver Internacional Film Festival, Melhor Documentário Ecológico no Newport Beach Film Festival, Melhor Documentário no European Independent Film Festival e no Beloit International Film Festival, e Melhor Documentário de Ambiente, no Tri-Media Film Festival e no Docufest Atlanta.

4ª FEIRA – 06/06/12
19h30m – Mesa Redonda – Ecopropostas
Moderadora– Professora Maxi Tavares de Quadros Coelho - Pedagoga
1. Peregrinação Ecológica – Presidente: Brasilio Ricardo Cirilo da Silva - Associação dos Amigos do Caminho de Santiago do Rio Grande do Sul - ACASARGS
2. Ecofeminismo – Náia Oliveira Sociológica /Pesquisadora
3. Ecogastronomia – Iolanda de Antoni – Técnica em Segurança Alimentar
4. Ecologia Humana/Ecopedagogia – Prof. Maria Inês Pacheco – Pedagoga, Orientadora Educacional, Sócioeducadora, articuladora do Projeto Ambiental Arroio Araçá: Nosso Rio Guri.
5. Rio+20 - Pádula Rita Ferreira e Lucia Copelotti – Graduandas  PUCRS e UFRGS

5ª FEIRA – 07/06/12
Integração Ecológica das 9h às 16h
- Lançamento Estadual da 19ª Romaria das Águas do Guaíba


Encontros preparatórios:
- Comissão organizadora para a 19ª Romaria das águas
- 25º Encontro da Mística Feminina.

Ato Ecológico: recebimento de óleo de cozinha saturado, pilhas e remédios vencidos.

Exposições/Stands:
-produtos artísticos feitos com materiais recicláveis;
- Alimentação Orgânica e Sustentável.


Mostra de projetos – Arroio Araçá, Nosso Rio Guri, Herdeiros de Sepé Tiaraju, Eco Lógico


Oficinas –
Ikebana: harmonia e arte nos arranjos florais
Germinação de brotos e compostagem – Sr.Nelson Dihel
Histórias que dão Eco -  Pádula e Lucia
Alimentação Ecológica - Iolanda de Antoni
Oficina com garrafa pet- Construção de flores -  Pádula e Lucia


Jogos Educativos Ambiental – Jogos de Xadrez - projeto de Eco Lógico da ONG Embrião/Alvorada

Para saber como se desenvolveram as atividades visite:
http://romariadasaguasguaiba.blogspot.com.br/2012/06/2-feira-040612-mesa-redonda.html

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Rede de proteção e cuidado do futuro da sociedade

É preciso, urgentemente, alertar sobre a dinâmica que tem envolvido a geração jovem no círculo vicioso das drogas, considerando "a magnitude do consumo de substâncias psicoativas e suas conseqüências no Brasil, especialmente o crack, associado ao contexto de vulnerabilidade de crianças, adolecentes e jovens" (1). Num compromisso concreto com esta geração, responsável pelo futuro da nossa sociedade, devemos cuidar os valores com os quais estamos criando este futuro: rapidez, praticidade, relações virtuais e descartáveis, consumismo, prazer imediato...
Há expressivas carências na relação humana, que levam a busca angustiante de algo que preencha um vazio, expressando-se de forma variada, conforme a condição social e o meio onde o indívíduo cresce, caracterizando-se por excessos & faltas.
  • A família, base neste crescimento, está, em grande parte, envolvida em contexto problemático dos mais variados. Muitas vezes, quem deveria cuidar, amar, são os que causam insegurança e sofrimento, ou não estão mantendo sua responsabilidade e compromisso com seus membros em pleno desenvolvimento, caracterizando violação, omissão e até abandono.
  • Por sua vez, a vulnerabilidade se mantém, quando a escola não consegue atender todas as necessidades pessoais e sociais de seus alunos (que se avolumam) para aprender e se desenvolver adequadamente.
  • As vulnerabilidades apontam riscos que trazem consequências para a saúde física, emocional e social das crianças, adolescentes e jovens, levando-os por caminhos e para escolhas cujos problemas se multiplicam, e que podem ser irreversíveis: drogas (dependência e tráfico), gravidez na adolescência, violências, infrações da lei, doenças transmissíveis, ...
  • Em vista de uma trajéria cheia de conflitos e inseguranças, a  desigualdade socioeconômica e de oportunidades atinge o jovem num outro formato quando este se encontra com idade para entrar no mundo do trabalho e a necessidade de sobrevivência é motivo para continuar num círculo vicioso e problemático, atingindo seus descendentes.
O que leva ao caminho das drogas, desde uma criança até o jovem, é de nossa responsabilidade: desde  a maneira fácil e rápida de ganho monetário como 'mula' em Trabalho Infantil; a confecção e o tráfico que levam o jovem a um Processo Judicial;  o uso para  fugir dos problemas e da falta de perspectivas; visão de mundo que dá proteção, prestígio e poder; busca de prazer e fortes sensações; por sentimento de pertencimento e aceitação social; para ter acesso a direitos e bens... É preciso que se estabeleça um compromisso na rede de proteção de crianças e adolescentes para que seu convívio e crescimento seja saudável e seguro para o futuro da sociedade.


(1) PLANO INTEGRADO DE ENFRENTAMENTO AO CRACK E OUTRAS DROGAS  http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2010/Decreto/D7179.htm

(3) PESQUISA: MOTIVOS DA EVASÃO ESCOLAR (PDF)

http://www.seade.gov.br/produtos/spp/v20n01/v20n01_11.pdf

de vulnerabilidade, risco pessoal e social.
http://www.mp.rj.gov.br/portal/page/portal/MCA/Censo/Terceiro_Censo/8_SUAS.pdf

domingo, 6 de maio de 2012

"Falta de cuidado compromete..."

..'...não basta ter água, a água tem que ser boa e constante."
Reportagem apresentada pelos Programas Globo Natureza e Globo Rural
A fala de uma familia de agricultores aponta a importância do conhecimento e do cuidado para a proteção da natureza e da própria vida. Durante a reportagem sobre o PROGRAMA ÁGUA LIMPA, de Caxias do Sul/RS, jovem coloca que se a família soubesse das alternativas para preservar e proteger suas nascentes, quando ela ainda era criança, não teriam definido ir embora das terras e teriam iniciado bem mais cedo a operação para garantir o abastecimento. 

segunda-feira, 9 de abril de 2012

"Educação Ambiental como educação moral do século XXI”


As Cartilhas pela Natureza e a ambientalização da umbanda:
o caso da FAUERS no RS
Por Pádula Rita Ferreira
Isabel Cristina de Moura Carvalho (orientadora)
Faculdade de Educação/PPGEDU – PUCRS

Resumo


Este trabalho faz parte do grupo de pesquisa (CNPq) “Cultura, ambiente e educação” e da pesquisa e andamento no PPGEdu, sob orientação da profa. Isabel Carvalho “Educação Ambiental como educação moral do século XXI”. Meu trabalho dentro desta pesquisa foi estudar um caso particular de ambientalização das práticas educativas. Estou pesquisando a elaboração de cartilhas ecológicas pela Federação Afro-Umbandista e Espiritualista Rio Grande do Sul (FAUERS). O objetivo é discutir como esta tradição religiosa está incorporando a preocupação com o meio ambiente em seus rituais e ações pedagógicas junto aos seus praticantes. Quero compreender como esta Federação dialoga com sua comunidade de adeptos,a fim de educá-los ambientalmente desde uma perspectiva ecológica construindo pontes entre seus princípios religiosos e uma ética e uma moral ecológica.

Introdução

A pesquisa “Educação Ambiental como educação moral do século XXI” da qual este trabalho parte busca discutir os processos de ambientalização da sociedade, particularmente das práticas educativas sejam estas escolares ou não formais. O conceito de ambientalização é inspirado principalmente nos trabalhos do antropólogo José Leite Lopes (2004) e Acselrad (2010) e trazido para o campo da educação é entendida como processo de internalização da preocupação ambiental instituindo-se como um conjunto de crenças que tende a se generalizar na formação de comportamentos, atitudes e de uma moral ecológica (Carvalho & Toniol. 2010).

O trabalho apresentado estuda a ambientalização de uma prática educativa no contexto de uma tradição religiosa. Trata-se de analisar a iniciativa de uma “educação ambiental” empreendida pela FAUERS através da elaboração e difusão das “Cartilhas para a natureza” publicada por esta Federação para sua comunidade de praticantes. Além das cartilhas a Federação participa ativamente no RS junto com a Pastoral da Ecologia e de várias atividades ecológicas interreligiosas. Minha preocupação tem sido identificar nas iniciativas ambientais da FAUERS como este grupo religioso tem construído uma “ecopedagogia” como declara a pedagoga que é idealizadora das Cartilhas, e se apropriado dos valores ecológicos em seu repertório de valores éticos e morais.

Metodologia

Esta pesquisa tem uma orientação antropológica e usa como recursos metodológicos o trabalho de campo de cunho etnográfico, análise documental e entrevistas semiestrururadas. Participei e observei de eventos ecológicos promovidos pela FAUERS, analisei as cartilhas e outros documentos escritos que circulam neste meio, acompanhei o lançamento das ultimas duas edições das cartilhas, fiz visitas a uma casa de religião ligada aos idealizadores das cartilhas. Sigo acompanhando estes eventos, pois a pesquisa segue em andamento. Os trabalhos de campo são sistematicamente discutidos com o grupo de pesquisa acima citado que se reúne presencialmente com a professora orientadora para leituras de apoio a pesquisa e para discutir no grupo os campos de cada pesquisador.

Resultados Parciais (ou Resultados e Discussão)

Até o momento podemos perceber uma intenção pedagógica da FAUERS de educar seus praticantes para uma ação religiosa ambientalmente correta. Estas práticas rituais têm sido cobradas e mesmo acusadas de causar danos ambientais como, por exemplo, pelas oferendas deixadas nos lugares e outras interferências no ambiente. A Umbanda se relaciona de diversas maneiras com a natureza. Costuma fazer suas oferendas muitas vezes junto a cursos de rio, junto ao mar ou em áreas naturais (parques, praças etc.), e seus orixás representam diretamente forças da natureza. Percebemos através das cartilhas uma ação conscientizadora e pedagógica no sentido de alinhar e compatibilizar esta tradição religiosa com uma visão ecológica contemporânea. Destacamos nas duas edições da cartilha como o tema ecológico é introduzido com a frase: “Cartilha pela natureza: um altar de todos nós”. Nestas cartilhas a questão ambiental é apresentada como profundamente ligada à tradição da Umbanda. Na primeira edição a cartilha orienta seus adeptos para o tema da reciclagem dos materiais usados nas oferendas, de modo a reduzir seu impacto ambiental. Na segunda edição a cartilha retoma os temas abordados na edição anterior reforçando, a partir da contação de uma história, a relação de cada orixá com a preservação da natureza, buscando sensibilizar a comunidade religiosa em torno do cuidado com o meio ambiente.

Conclusão

O estudo das cartilhas pela natureza, da Federação de Umbanda, nos ajuda a compreender práticas pedagógicas associadas aos processos de ambientalização de uma tradição religiosa. Poderíamos argumentar que a internalização dos valores ambientais traz reconhecimento e legitimidade social para este universo de crença e de identidade cultural afro-brasileiro. A questão ambiental ao ser incorporada em práticas como a Umbanda indica que a preocupação com o ambiente tende a expandir-se como um argumento válido de orientação moral, ética e estética para o conjunto da sociedade, ainda que de forma diferenciada para cada grupo social.


Referências

GADOTTI.Moacir.Disponívelem:http://bibliotecavirtual.clacso.org.ar/ar/libros/torres/gadotti.pdf Acesso em: 24 de junh.2011

ACSELRAD. H. Ambientalização das lutas sociais. Revista estudos avançados, São Paulo, v. 24, n. 68, p. 103-119, 2010.

CARVALHO, I. C. M. e TONIOL, Rodrigo. Ambientalização, cultura e educação: diálogos, traduções e inteligibilidades possíveis desde um estudo antropológico da educação ambiental. Rev. eletrônica Mestr. Educ. Ambient. ISSN 1517-1256, v. especial, setembro de 2010,PP.28-39.

CARVALHO, I. C. M.; STEIL, C. A.. A sacralização da natureza e a 'naturalização' do sagrado: aportes teóricos para a compreensão dos entrecruzamentos entre saúde, ecologia e espiritualidade. Ambiente & Sociedade. Campinas, v. 11, n.2, p. 289-305, 2008.

LEITE LOPES, J. S. (Org.). A Ambientalização dos Conflitos Sociais; Participação e Controle Público da Poluição Industrial (coordenador). 1. ed. Rio de Janeiro: Relume-Dumará, 2004. [v. 1]

XII Salão de Iniciação Científica – PUCRS, 03 a 07 de outubro de 2011